sexta-feira, 27 de agosto de 2010
A cada minuto, um flash!
Peço licença a todos os filósofos, cientistas, tecnocratas, estudiosos e religiosos, crentes e descrentes, poetas e escritores, enfim, a todos que têm como meta entender e não entender, explicar e desvendar o sim, o não e o talvez...
Com todo o respeito e, quiçá desrespeito, com um pouco de admiração por todos eles e elas, para não ser excludente; afinal, exponho e elevo a minha divina ignorância ao meu último grau de sensibilidade, sem qualquer outra pretensão. Ao meu encontro sutil e suave, (às vezes não) para tocar o outro, sentir o sol, ouvir o silêncio e desvendar o caminho de uma lágrima. Gritar, cantar e sorrir, também, (muitas vezes, até!) e não me cansar de torcer para que tudo não seja apenas um sonho!
- Eu estou aqui!
Imagem: internet
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Querida Maria Lídia, minha prima querida
Hoje, um pouco de mim vai com você.
E muito, muito ainda, ficará nas minhas melhores lembranças.
Sinto não ter lhe visto antes de partir.
Dias atrás, no aniversário de mamãe, João, nos trouxe de volta a sua alegria e estórias.
Siga em paz o seu caminho. Lá, uma festa de gala lhe espera.
Seja feliz! Até sempre!Um beijo carinhoso, Mary Laides!
imagem: internet
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Orgulho e perdão
Já comentei sobre isto: Nos momentos mais difíceis, quase de encurralamento, encontro sempre uma saída que alimenta a minha fé.
Recentemente, numa dessas encruzilhadas, recebo um sinal verde. Um gesto espontâneo, generoso e sincero. Nada impessoal como de costume. Senti um misto de alegria, alívio, frustração e vergonha.
Aí está o orgulho de que lhe falava. Um sentimento de impotência e vulnerabilidade, também.
Expor a minha fragilidade é difícil porque nunca me coloquei diante dos seus olhos como protagonista. Os meus desafios sempre foram guardados a sete chaves. Com ou sem sucesso.
Ver o outro e ajudá-lo, sempre fez parte do meu ritual de vida. Sentia necessidade de levar alívio, uma resposta de otimismo e coragem, até para os desconhecidos. Mas nunca fui muito longe. Ficava entre aqueles que me batiam à porta. Uma forma de oferecer penitência para uma dívida sem preço.Agora, quando os anos revelam a minha própria face, recebo esta lição: Aceitar a minha fragilidade com humildade e entender porque tamanho gesto foi ao mesmo tempo doloroso e abençoado.
Imagem: internet
domingo, 22 de agosto de 2010
O mais novo bichinho de estimação
Fiel companheiro de altas horas.
Veio de mansinho e não larga mais o seu pé.
Falar não é preciso. Sua linguagem, às vezes solitária, esconde os segredos mútuos e, às vezes, invasiva, vem desafiar os medos e viaja sem rumo pelo inimaginável: Um mundo virtual sem fronteiras que aguça o instinto errante e desbravador até dos mais resistentes solitários.
Fiel escudeiro. Sem autonomia e cheio de vontades. Não esconde suas vulnerabilidades.
Amigo, parceiro, inimigo ou confidente. Tanto faz. Você é quem decide.
imagem: internet
Veio de mansinho e não larga mais o seu pé.
Falar não é preciso. Sua linguagem, às vezes solitária, esconde os segredos mútuos e, às vezes, invasiva, vem desafiar os medos e viaja sem rumo pelo inimaginável: Um mundo virtual sem fronteiras que aguça o instinto errante e desbravador até dos mais resistentes solitários.Amigo, parceiro, inimigo ou confidente. Tanto faz. Você é quem decide.
imagem: internet
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Como será o amanhã?
... para você, eu e Maria, João e Zezinho, o pequeno, e aquele que ainda está por vir?
Há quatro anos escrevia esse texto. Um desabafo que se faz maior e redundante diante da repetição inglória de muitas outras segundas- feiras!
QUE DISPUTA É ESSA?
- Triste é o povo que só entende a linguagem da emoção!
A emoção de um povo sofrido, iludido e desrespeitado.
- Triste é o povo que só entende a linguagem do sofrimento e
da luta por um prato de comida para saciar a fome do dia.
- Triste é o povo que não tem horizonte...
- Triste é o homem que se veste de emoção, usa a linguagem da emoção, e não vai mais além:
Para que? Manipula com o gestual a inocência daqueles que, em sua maioria, se identificam com o autor e se satisfazem com o aceno de que o principal já foi resolvido.
- Triste é o povo que lê e entende, mas não consegue reverter essa situação:
com patriotismo, conhecimento e ética.
- Triste país que perde a unidade, não fala a mesma língua, não sonha e luta por inteiro!
- Triste manhã de segunda-feira!
Imagem: internet
terça-feira, 17 de agosto de 2010
99 MOTIVOS PARA VIVER
Estou diante de uma tela vazia há algum tempo. As palavras não aparecem e os pensamentos estão em redemoinhos aspirando emoções de uma vida inteira.
Sou sua filha e aprendiz. Diante dos seus 99 anos me ajoelho para reverenciar e apreender com sofreguidão, as suas lições bem humoradas e inteligentes, de auto-estima e generosidade.
Com sagacidade, altivez e humildade ela me ensina a ter fé, a enfrentar as adversidades e não temer o futuro que a cada dia se torna mais presente.
Uma vida que não envelhece, um caráter que não se transforma, uma integridade que não se curva às variações do tempo com aquela flexibilidade amorosa de quem abraça a vida com alegria, gratidão e respeito.
Mamãe, você é o meu melhor PRESENTE! Eu lhe amo hoje e sempre!
Feliz aniversário!
Em 16/102010
Sou sua filha e aprendiz. Diante dos seus 99 anos me ajoelho para reverenciar e apreender com sofreguidão, as suas lições bem humoradas e inteligentes, de auto-estima e generosidade.
Com sagacidade, altivez e humildade ela me ensina a ter fé, a enfrentar as adversidades e não temer o futuro que a cada dia se torna mais presente.
Uma vida que não envelhece, um caráter que não se transforma, uma integridade que não se curva às variações do tempo com aquela flexibilidade amorosa de quem abraça a vida com alegria, gratidão e respeito.
Mamãe, você é o meu melhor PRESENTE! Eu lhe amo hoje e sempre!
Feliz aniversário!
Em 16/102010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A felicidade nua e crua
Hoje, pela manhã, um homem e uma mulher andavam pela calçada de mãos dadas com “algo” que saltitava pelo passeio, fazendo acrobacias para acompanhar os seus passos.
O quadro me chamou atenção. Por um segundo pensei: é um bichinho!
Ao me aproximar, tamanho foi o susto: vi um garotinho, moreno, todo roliço e fofinho, nu, descalço e sorrindo.
E lá se foram eles, os três: o bebê e seus pais, um casal de mendigos, indiferentes a todos e a tudo.
Imagem: internet
O quadro me chamou atenção. Por um segundo pensei: é um bichinho!
Ao me aproximar, tamanho foi o susto: vi um garotinho, moreno, todo roliço e fofinho, nu, descalço e sorrindo.
E lá se foram eles, os três: o bebê e seus pais, um casal de mendigos, indiferentes a todos e a tudo.
Imagem: internet
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