quarta-feira, 24 de agosto de 2011

- Ela assina: Duvidar quem há de?

SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL

“A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é ser discreto.Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.
É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão,intolerância, disimulação, ateísmo...falsidade.
Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.
Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!
Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!”

fonte: Internet

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

" Porque viver não mete medo!"

Este é o recado que a minha querida repolha me passa todos os dias.
Centenária e feliz, não perde o entusiasmo pela vida e
reabastece a sua esperança com o amanhecer.
Assim, vai dançando o seu ballet centenário,
na cadência suave e mansa de quem já prevê o futuro e nada lhe surpreende.
Agora sou eu quem lhe abraça e lhe convida para uma dança.
Enlaçadas pelo tempo, rodopiamos ao som dos ventos, por entre nuvens e pradarias.
E, logo aqui, sentadas para um piquenique,
Entre flores e passarinhos,
Mais leves e sem medo,
Com o olhar distante e tão perto,
Contemplamos a lua que se agiganta
e o sol que nos aquece.

imagem: Internet



terça-feira, 16 de agosto de 2011

Hoje tem festa, tem, sim senhor! FELIZ CENTENÁRIO, minha repolha querida!


Maria Antônia desde sempre Mariinha.

 

Mariinha, apelido carinhoso para ilustrar a pequena loirinha, caçula e peralta de uma família de três ilustres varões e duas belas mocinhas.
Ainda pequena, incentivada pelo Pai, vovô Eládio, lia e relia os clássicos com a mesma desenvoltura com que brincava e fazia suas traquinagens de criança.
Nasceu e cresceu em Belém do Pará onde foi batizada com a magia da inteligência, da superação e da criatividade. Dons que se fazem presente até hoje neste intenso e bem vindo centenário.
Do norte trouxe o tempero do tucupi, o açaí e o tacacá. O feitiço da terra, a mais genuína das brasileiras, que se rendeu aos encantos do acarajé e do vatapá, misturados pelo amor a Deus, a devoção a Santo Antônio, ao outro e a si mesma: Sua fórmula de vida e longevidade.
Casou no Rio de Janeiro e adotou a Bahia para ter e criar os seus cinco rebentos: Três homens valentes e duas gentis meninas. Com sabedoria educou seus filhos para a vida e seguiu cúmplice e companheira de seu marido, Georges, o nosso tão querido repolho, até as suas últimas páginas, escritas a quatro mãos.
Sempre esteve adiante do seu tempo e, quando ainda nem se pensava em uma “dama” jogar tênis já brincava com as raquetes e, quando nem se pensava na possibilidade do “sexo frágil” em trabalhar, fez um concurso público e passou com louvor para fazer parte da equipe de Dr. Carlos Chagas, ilustre médico e sanitarista.
Sua lucidez e perspicácia não esmorecem. Ingredientes que lhe fizeram entender, interpretar e, sobretudo respeitar, com intensidade e bom humor, as grandes mudanças de hábitos nestes últimos cem anos de história e muitas estórias.
Em tudo e por tudo empresta, sem cobranças, a sua criatividade, inteligência e exemplo. Vira as páginas do seu livro com naturalidade e sem pieguices.
Amanhece para agradecer a Deus o novo dia. Nada lhe choca ou assusta. Sua elegância, nem se fala, traz o tempero mágico dos bem nascidos, inspirados pela mais pura essência do caráter firme, o respeito e a dignidade.
Sua luz não se apaga e seus lindos olhinhos, faceiros, límpidos e azuis sorriem como faróis a iluminar o seu caminho. Coerência é a sua marca. Sua fala se materializa nos seus gestos. Aqueles mesmos gestos que acolhiam os velhinhos da Casa da Providência, também recebiam, em sua casa, com naturalidade e elegância, os nobres e anônimos, autoridades e artistas. E, nas horas de folga, o joguinho de Bridge das terças-feiras e a leitura de Agatha Christie, confortavelmente instalada em sua bergère setentona.
E, para ser fiel ao seu ritual de saúde e bem estar, não lhe pode faltar, ainda hoje, sempre no almoço, um bom gole de vinho tinto e “seco”!
Mariinha: Mulher, Mãe e Amiga é muito pouco. Adjetivos incapazes de interpretar e traduzir aquela que é o maior e o melhor presente de nossas vidas.
Por tudo que ela é e sempre será, convido a todos para um brinde:
- Vida longa a nossa eterna Mariinha!

imagem: Internet


domingo, 14 de agosto de 2011

Georges Louis Humbert, meu pai, meu troféu!


























Neste mundo em que os troféus custam dinheiros
... E vem de fora,
O meu é fiel, verdadeiro e eterno.
Tem nome e sobrenome.
Vem de dentro e não está à venda.
Minha maior herança é o seu nome.

Sua dignidade, caráter e  educação.
Seu exemplo.
É Você, tão simplesmente e por inteiro,
por onde estiver...
- Meu Pai, eu te amo.

imagem: Internet

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Está chegando...


... O dia e a hora de lhe dizer:
Agora é 100!
... E a alegria me faz voar!
Viajar em sua memória, viver as suas lembranças,
Rodopiar em suas estórias e viver a maior e a melhor experiência desta vida:
Ser sua FILHA e você minha querida MÃE!
Feliz Centenário, minha LINDA Repolha!


imagem: Internet

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

NEOJIBÁ trouxe de volta!

Me belisquem!!! Não estou sonhando.
Ela voltou...
Sim! Ela está AQUI!
Bendita Orquestra Sinfônica Juvenil da Bahia, seu nome agora é ESPERANÇA.
A esperança de que a semente da arte e do amor AINDA está no ar.
Uma mega dose de otimismo me contagia e, a Vocês, de pé agradeço.
- Grito e aplaudo com entusiasmo: BRAVOOOOO!
Vocês encantaram a Europa e a mim. Me despertaram com o toque suave, poderoso, alegre e triunfal de uma marcha que caminha destemida e confiante ao encontro do meu velho e recém nascido sonho de Brasil: Livre, lindo, criativo e  verdadeiro!
Agora é pra valer:
- XÔ
- XÔ
Pé de pato, mangalô tres vezes!

NEOJIBA: Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia
Imagem: Internet


sábado, 6 de agosto de 2011

Em boa companhia...


Saí para trabalhar. No almoço lhe fiz um convite: Vamos almoçar? Não hesitou. A fome que tínhamos era taaanta... Escolhi uma mesa só para dois.
Afinal, era só ela e eu. Ignorando os quilinhos extras, fomos guiadas pelo desejo e sentamos justo num lugar de excelentes massas.
Saboreamos os pratos entre deliciosas conversas.
A intimidade é tanta que mal precisamos falar. Um só olhar  basta. Um sorriso, também. E, de vez em quando, um puxão de orelha, para não comer mais!
Está comigo desde sempre, mas, agora, somos uma só.
Minha fiel companheira, eterna amiga e fiel Consciência.

Enquanto escrevia  fui guiada  até o O Sol (Ahau)
Selo utilizado pela antiga civilização Maia.
TEMPO É ARTE
Significado: Vive pelo espírito e age a partir do coração universal. Consciência, iluminação e fogo universal. Autoregulador. Amoroso, dedicado, artístico, sonhador e romântico. Bem intencionado, beleza, nobreza, dignidade. Animador, floresce, brilha, manda. Espiritualidade; dá a luz; o ser iluminado, cristificado; Mente solar, mestria, realização do corpo solar, sabedoria, conhecimento, habilidade de enfocar o todo galáctico, Ascensão e iluminação, Fluir do seu interior o sol que dá poder à vida. Aquecer com o poder de liberdade e totalidade. Amor incondicional.

Imagem: Internet, Instituto Ahau.