sábado, 26 de fevereiro de 2011

Só me restam alguns dias...


...Para embrulhar com laços e afagos Aquele Presente que já se vai ...
E me render feliz, envolta no que há de melhor em mim, para receber este Novo Presente...
Abro os meus braços e lhe estendo as mãos...
- Venha, ó anos dourados, bem suave porque estou serena,
- Seja bem-vindo porque lhe sou muito grata...
- Venha fiel porque acredito em Deus!
- Venha sorrindo porque ainda tenho muito a ver e só ser!

imagem: internet

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O fiel da balança somos nós!


Desde que me entendo, cultivo as pequenas coisas, aquelas que me convidam a um novo encontro, sem exigir qualquer pedágio: Uma flor, nuvens de bichinhos, um por do sol de aquarela, um sorriso e, por aí vai...
Estas pequenas grandes coisas fazem o cenário mais colorido, em movimento, e cada vez mais surpreendente!
Mas, com a mesma sutileza que deixamos nos enlevar e absorver por tão belas e graciosas dádivas, somos também atraídos por tantas outras mais, igualmente pequenas, que ganham forma superlativa e valores ilusórios diante da nossa tão frágil natureza: a encomenda que não chegou a tempo, o cabelo que não saiu igual ao da revista, o vestido que estragou na lavanderia...
Fiquemos atentos as duas, de igual tamanho, mas que se transformam diante de nosso olhar como uma benção ou castigo. O fiel da balança somos nós! 
... E, só o tempo e a experiência são capazes de ver, sentir, equilibrar ou descartar!

imagem: Internet

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

São Paulo entre quatro paredes


Fui a trabalho. Não havia hotel próximo à Feira.
Levaram-me para a Augusta.
Não aquela Augusta da minha infância e adolescência, chique e glamourosa que fazia a cabeça dos mais exigentes paulistanos. Embora antigo, o hotel lutava para manter vivo os últimos suspiros dos tempos gloriosos.
Saia cedo e voltava mais tarde, o suficiente para encontrar uma rua em ebulição, piscando em cores e cortada por inúmeras tribos de todas as caras. Do alto, Já instalada, me alcançava o ruído das buzinas, música, vozes e gritos incansáveis. Uma verdadeira Babel que não adormecia até às 5 da manhã.
Andei, andei, entre corredores de uma feira onde circulavam, freneticamente, compradores, profissionais, expositores e visitantes, ávidos para mostrar, comprar e descobrir o que há de mais novo na indústria moveleira do país. Fiquei feliz em ver uma produção de melhor padrão, designers brasileiros mais amadurecidos e uma multidão de copiadores comendo pelas beiradas.
Lá fora, ou melhor, das janelas do taxi, apenas os contornos de uma cidade que explode em movimento, se aborrece nos engarrafamentos e pede clemência nos temporais. 
Mesmo assim, eu lhe respeito, São Paulo!


imagem: Internet







terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

As contas do meu colar...

Já posso olhar o meu fio, aquele que me foi confiado...
Em cada conta, um conto, uma renúncia, um sorriso e uma lágrima.
Todas elas, bem amarradas pelo tempo e com os nós do perdão.
Escolhas, conscientes ou não, mas que a serenidade contempla com a luz suave e gentil da aceitação.
Ah, e aquelas que ainda vagam por aí?!...
Eu me rendo e as entrego a Deus que me oferece o tempero do entusiasmo para atraí-las com alegria;
... Agora, sem pressa...
e bem devagarinho...

imagem: internet


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Venha comigo...

Jeito, preceito e coragem me conduzem neste mundo de identidades pré-fabricadas que manipulam, sem piedade, até os corações mais originais.
Preciso de fé e compaixão para trilhar os novos caminhos, navegar entre dois mares e olhar para os céus, sem perder o meu jeito, o preceito e a coragem de ser como sou: Com todos os meus encantos e desencantos, limites e ousadias. E, olhar, sem medo e covardia, para uma sociedade embriagada pelo mais etéreo e fugaz objetivo de se fazer respeitar e dominar por cifras, caras e bocas... Onde máscaras se alternam em disputas inúteis que não me seduzem e abrem novos caminhos.
Quero ser livre para apenas passar, mesmo ao largo, e fazer honrar os valores mais genuínos que me impelem à liberdade de aceitar e não compartilhar, aceitar e não aprovar, ou simplesmente ignorar.


sábado, 12 de fevereiro de 2011

O Filme Cisne Negro: Presumo que até Tchaikovsky aplaudiu!

Há muito não via no cinema uma estória tão bem amarrada, densa, envolvente e instigante.
Ao mesmo tempo é lírica, cruel e verdadeira.
Peço licença para dizer que o enredo trilha a música de Tchaikovsky, como se interpretasse ou traduzisse, o mesmo compasso, de cada nota musical.
A cena de transformação da bailarina em Cisne Negro é surreal e arrebatadora. O filme é uma síntese dos medos que rondam a mente desvairada.
Ultrapassa o palco do ballet e pode entrar “sem sapatilhas” pela porta entre aberta de qualquer um de nós.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Por que não dá samba?

O galpão da escola queimou...
As obras da copa não decolam...
O salário mínimo encolheu e
O soldo dos congressistas inchou
e a fila não anda.
Um mosquitinho, pequenino, se agiganta...
Uma bala perdida acerta o alvo...
A natureza responde e, lá do alto, desce os morros
e se levanta...
E, nem assim...
- O que será de nós hoje e amanhã?
... E depois do amanhã?
"Ihhhhhhh,  pode até virar letra de samba,
... Não! Letra de AXÉ, não, não combina!
... Pagode, também não!"

- Nem rima com samba... e não SAMBA! Tão somente... Blá, blá, blá...
Só os seus devotos  seguidores explicam!
- BRASIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIL!
imagem: internet

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Porque Deus está Aqui!


Acabei de receber uma Graça.
Aquela que vem na hora certa, com dia marcado e no tamanho certo.
Nem mais, nem menos, mas infinita diante da minha necessidade e capacidade de resolução neste exato momento.
E, novamente, me deparo com mais esta revelação de que Deus está presente, me acompanha e sabe tudo que faço e está ao meu alcance.
As coincidências reforçam o sentimento de que nada é por acaso, nada sabemos e que devemos apenas acreditar e fazer a nossa parte.
Deus é o meu Guia.
Aceitar o destino é saber que fazemos parte de um projeto muito maior.
Muito obrigado, Senhor!

imagem: internet

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Salvem os namorados!

Aqui, ali, em toda parte...
  ... Aqueles que resistem ao tempo...
E se dão as mãos para ver TV!
Andar no shopping...
Ou ver a lua!
Aqueles que não fazem conta
E se dão conta
Que amar não custa caro...
E, assim,
Permanecem juntos
A fazer estórias,
e a falar baixinho:
Eu te amo!






imagem: internet