
Fui número na recente e estrondosa estréia do filme nacional sobre Chico Xavier, neste final de semana.
Devagarinho, o barulhinho surdo e crocante das pipocas foram desaparecendo no ar dando lugar a um silêncio nunca experimentado. Ao final da sessão, com gosto de QUERO MAIS, ficamos lá, atentos as suas últimas palavras.
Qual o sentido de tal arrebatamento popular? Será que estamos à procura de um porto salvador mais tangível, em que só a fé, neste oceano revolto, não está sendo capaz de acalmar?
imagem: internet
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