sábado, 17 de novembro de 2012

Como será o amanhã?


Está comigo há oito anos.
Sem queixumes e com a fidelidade de uma linda mascote.
Chegou luzindo e cheia de mimos.
Foi amor à primeira vista.
Retribuo sua dedicação com carinho e guloseimas que lhe fazem muito bem.
Eu, também, lhe sou fiel e não tenho fantasias.
Sei que o tempo é o nosso dono...
E, como diz o poeta, o nosso amor será eterno a cada dia.
Vida longa meu pequeno! Eu lhe amo!
 Enquanto isto, lá fora, os cientistas quebram a cabeça para encontrarem fórmulas não tão mágicas que facilitem uma relação mais interativa entre a máquina e o ser humano.
A minha receita, de baixo consumo, em desuso daqui a alguns dias, ainda me serve enquanto ela for a minha mascote e eu a sua feliz "rainha".
- Uma relação de gratidão e de respeito às nossas mágicas e ainda sensíveis diferenças!

Imagem: interent

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