Por que
somos tão vulneráveis ao juízo alheio e ao nosso próprio crivo?
Existem muitos
motivos que nos colocam diante do nosso e do crivo alheio: Uns por justa causa e
tantos outros como fruto do nosso mais sublime quanto perdoável olhar.
Desfazendo
este nó tão difícil de desatar, recorro à fórmula mais pura e fiel que
encontrei.
Recorro a
ela constantemente, para não ter medo de me olhar e me dizer, para lhe confessar:
- Mea culpa.
Eu me perdoo.
- Mea culpa.
Eu lhe perdoo.
Eu me perdoo,
primeiro, para poder lhe perdoar em seguida.
A consciência
é a minha mais fiel e combatente testemunha.
Tão fiel que
não me abandona e tão combatente porque não desanima.
Encontrei nela
uma amiga, a mais instigante e a mais verdadeira companhia, COMPASSIVA E AMOROSA.
Não tenho
mais medo dos meus e dos seus olhos.
Não tenho mais medo de errar. Não tenho mais medo de
não conseguir.
O importante
é retirar as vendas ... Não ter medo e nem vergonha do que sou e daquilo
que preciso alcançar.
O meu
caminho de descobertas é gradativo e não terá fim.
... E este é o melhor de todos os consolos.
IMAGEM: INTERNET
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