Hoje os amigos também são virtuais, os convites virtuais e
os encontros, também, virtuais.
Os desencontros, também.
- Quem é que
está do outro lado?
- Um personagem de um
“conto de fadas”, um malandro cibernético ou, simplesmente, uma alma fiel às
suas emoções?
Nunca se sabe, ou melhor... Tudo é relativo e vai depender
de quem alça o voo nessa ou naquela direção.
O encontro pode ser das mil e uma noites e fazer muito bem
enquanto durar os motivos de aproximação deste voo solitário e a dois.
O encontro pode ser revelador, para o bem de uma virtual amizade
que se prolongará... enquanto sobreviver às escalas de emergência e pousos
forçados...
...Ou poderá ser apagado diante de uma “imemorável” e
inequívoca pegadinha... (a sua imaginação está livre para adicionar os exemplos
inimagináveis...).
Diante de um e de outro... As horas de voo darão mais
segurança aos viajantes... Um antídoto será inoculado, gradativamente, contra
toda e qualquer turbulência que vai depender, também, de sua reação aos prováveis
efeitos colaterais.
... E, para o viajante de primeira viagem, resta observar o “clima”,
usar as “roupas” adequadas para cada estação e, se possível, verificar se há
alguma vacina a ser inoculada por precaução.
O fato é que o voo nas nuvens existe, é misterioso e
apaixonante, como qualquer viagem a um país exótico ou familiar... O roteiro é
livre e não exige passaporte...
E, seguramente, é mais confortável quando o piloto
automático não está no comando:
Boa viagem!
Imagem: internet

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