
Saio do escurinho do cinema com o sentimento de que a vida é pura emoção!
Aí vem a intrigante questão do filme... Caberia, unicamente, ao original, a nossa reverência e fiel admiração?
Esta é, naturalmente, uma abordagem sem nexo para o olhar emocionado de um ilustre e errante viajante diante de algo que lhe inspira e cutuca a alma!
Para este sensível coração, o que importa não é o original carimbado e genuinamente inspirador...
... Sem esquecer a relação “emprestada” que vive o "casal" diante de suas emoções...
Complexidades à parte...
Deixemos o nosso coração livre para suspirar...
Enquanto a razão, mais exigente, admira, aplaude e não esquece o mestre e a sua obra prima.
Viva a Arte e também aquele que se deixa tocar com a flor que desabrocha, todos os dias, mesmo fora da estação!
Imagem: internet
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