Sim, era Paris. Revi lugares e sobrevoei outros mais: inéditos!
Logo encontrei uma bengala de rodinhas, bem esguia, com a cara e formato de um jacaré que me ajudou a descer, sem esforço e sem quedas, deslizaaando sobre as pedras e saboreando aquela aventura sem medo!
Mais adiante, uma moça no ponto de ônibus, sentada no passeio, me olha. Era uma brasileira solitária, sem endereço e sem trabalho. Continuou ali.
Percorri as salas de uma exposição de um artista brasileiro famoso, com rosto e sobrenome! Só eu não lhe conhecia! Dele, até ganhei um presente... Depois de negar a primeira lembrança, maior, ele me vem com uma pequena escultura que logo aceitei e me fez lembrar uma pequena romã. Adoro romãs. Cultivo um bonsai com muito carinho!
Não estava só. Alguns amigos daqui e outros vieram de lá.
Depois de curtir o tour , o jacaré se desprendeu e se foi... ligeirinho...
Soube, mais tarde, que havia chegado muito cansado, na esquina do hotel, no mesmo local onde fazia ponto.
Havia alguém com outro jacaré, bem maior, que também se soltou. Chegaram os dois ilesos. Esta notícia me fez bem. Temia por eles!
Fui adiante sem bengala. Era só subir... elevador e ladeiras e, mais escadas, sem qualquer vislumbre de cansaço... e os cantos mais escondidos e pequenos eu não entrava. Fiz o meu próprio roteiro...
Será que devo jogar no bicho? Se jogar, eu conto.
Havia, também, um número que se repetia várias vezes. Este eu não consigo lembrar!
Acho que vai dar zebra!
imagem: Internet

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