Ao mesmo tempo, outros tantos, aparecem para dizer “SIM”! É preciso!
- Qual é então o momento ideal para pisarmos no freio, recuarmos e darmos meia volta volver, sem medo de ser feliz?
...Como é difícil!
Algumas escolhas são mais fáceis e menos dolorosas... Aquelas que não envolvem o outro, apenas você.
Aquelas, também, que são descartáveis e correspondem a tudo que devemos eliminar para levantarmos voos mais altos sem o peso de uma carga desnecessária e já consciente... aquela que só precisa de um empurrãozinho bendito! Ufa! Até que enfim!
Mas... Quando a dúvida está ligada ao outro, o cenário se transforma...
De um lado vem a nossa autoestima, seja ela fraca ou forte. E, do outro, o amor consciente ou inconsciente que acende e reacende os sentimentos mais fraternos e solidários da compaixão...
A escolha do outro, às vezes é incompreensível e inaceitável diante de nossos olhos.
Dizer “NÃO” é, também, um gesto de amor e solidariedade.Dizer “SIM” é, também, um gesto de apego e vitimização.
A tolerância é o pêndulo entre o recuar e o avançar.
...E a dúvida é a mais cruel de todas as prisões!
Na dúvida, deixo que a sabedoria divina me inspire e me faça recuar ou avançar sem medo, culpa e tristeza. Que ela venha... e não me deixe sozinha...
imagem: internet

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