Ora difícil, ora fácil, como qualquer exercício.
Começa com o despertar da consciência e com o
desejo profundo de fidelidade diante de si mesmo, respeito ao outro e a própria
vida.
Não prejulga e nem condena.
É livre e indicado para todas as idades e
gêneros. Não faz distinção e não tem preferências.
É transparente como a água limpa e,
reconfortante, como um banho de chuveiro, de mar ou de cachoeira, deixando o
nosso ser em estado de graça e equilíbrio.
Uma postura tão natural quanto coerente.
Uma prática que nos toca suavemente com a
magia do encontro.
Aquela que acompanha o nosso autoconhecimento
e nos revela a grandeza espiritual do nosso ser.
Um exercício ora fácil, ora difícil, que vem
com o tempero do amor diante do agora e do perdão para o que já se foi.
Um exercício de compaixão, esperança e crescente
transformação.
imagem: internet

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