sábado, 12 de fevereiro de 2011

O Filme Cisne Negro: Presumo que até Tchaikovsky aplaudiu!

Há muito não via no cinema uma estória tão bem amarrada, densa, envolvente e instigante.
Ao mesmo tempo é lírica, cruel e verdadeira.
Peço licença para dizer que o enredo trilha a música de Tchaikovsky, como se interpretasse ou traduzisse, o mesmo compasso, de cada nota musical.
A cena de transformação da bailarina em Cisne Negro é surreal e arrebatadora. O filme é uma síntese dos medos que rondam a mente desvairada.
Ultrapassa o palco do ballet e pode entrar “sem sapatilhas” pela porta entre aberta de qualquer um de nós.

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