sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
O fiel da balança somos nós!
Desde que me entendo, cultivo as pequenas coisas, aquelas que me convidam a um novo encontro, sem exigir qualquer pedágio: Uma flor, nuvens de bichinhos, um por do sol de aquarela, um sorriso e, por aí vai...
Estas pequenas grandes coisas fazem o cenário mais colorido, em movimento, e cada vez mais surpreendente!
Mas, com a mesma sutileza que deixamos nos enlevar e absorver por tão belas e graciosas dádivas, somos também atraídos por tantas outras mais, igualmente pequenas, que ganham forma superlativa e valores ilusórios diante da nossa tão frágil natureza: a encomenda que não chegou a tempo, o cabelo que não saiu igual ao da revista, o vestido que estragou na lavanderia...
Fiquemos atentos as duas, de igual tamanho, mas que se transformam diante de nosso olhar como uma benção ou castigo. O fiel da balança somos nós!
... E, só o tempo e a experiência são capazes de ver, sentir, equilibrar ou descartar!
imagem: Internet
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