quarta-feira, 10 de março de 2010

DESPEDIDA SILENCIOSA

Muitas referências da minha infância e adolescência não existem mais. Residências que refletiam a história da arquitetura urbana em nossa cidade. Sei que é um assunto complexo, sobretudo para um país que não valoriza a sua memória e a especulação imobiliária é a moeda da vez. Hoje, pela manhã, em direção ao Rio Vermelho, mais um exemplar não estava lá! Agonizava, silenciosamente, há algum tempo: Acompanhei o seu sofrimento gradual, lento, até seu total desaparecimento.

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