
Gradativamente vasos, muitos vasos de cerâmica, com formato similar e com desenhos e cores diferentes, foram cobrindo todo o palco. Em primeiro plano, duas bailarinas atuavam na ponta dos pés ao som de Mozart, interpretado ao piano por Deborah Colker. Ao final, todo o chão, como num labirinto, estava tomado.
Termina o terceiro ato. Inicia-se o quarto e último: Corredores estreitos estavam demarcados, por onde os bailarinos se alternariam em movimentos precisos e harmoniosos.
Mais adiante, lá do teto, desce uma chuva de cabos, muito finos, com prendedores na extremidade, em direção aos vasos. Subitamente e, ao mesmo tempo, todos os vasos foram suspensos, até o nível da cabeça dos bailarinos, num movimento ascendente e contrário àquele dos que dançavam no chão. Uma imagem visual inesquecível que transformava o cenário num QUADRO ÚNICO EM MOVIMENTO.
Parabéns à Cia. de Dança Deborah Colker.
Imagem: internet
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