quarta-feira, 3 de março de 2010

MUDANÇA DE HÁBITO: SÓ NÃO QUERO SER SUA ESCRAVA

Lembro-me como se fosse ontem que vivíamos todos sem o celular. Tínhamos mais tempo para olhar a paisagem, sermos mais prudentes ao volante, menos estressados e, sobretudo, donos do nosso RELÓGIO: Horários sagrados para dormir, espreguiçar e comer sem pressa. Sem falar que éramos mais livres: Atender a ligação é hoje quase uma intimação.
Não sou contra o celular. Afinal a era da comunicação não tem retorno. Fatalidades à parte, ele é, também, meu grande aliado e salvação em muitos momentos, sobretudo no trabalho. Mas só como telefone. Não quero ser sua escrava.
Simples? Não é tão simples! O “pequeno” multiplicou-se, ganhou glamour, virou operário, secretário, correio, despertador, ufaaah....e até PASSATEMPO! Que ironia!

Um comentário:

  1. Ta aí um avanço tecnológico que nunca me chamou atenção. E me assusta saber que esse aparelhinho.. opa.. meu celular tá tocando!

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