
A avó de uma amiga, aos 80, curtia horrores uma saída de moto com os netos. Outra, aos 100, costura sem óculos, viaja, e é confidente de sua neta. Uma tia muito querida não perde um cinema, teatro e todo tipo de festa: almoços, chás, batizados e casamentos, e ainda administra com rigor a sua casa aos 86 anos.
O que tem de comum entre essas grandes mulheres? Elas transpiram alegria e uma auto-estima contagiante. A juventude ainda dá ares de sua graça e nem sequer passaram por uma sessão de botox ou divã do analista. Há poucos dias li na internet que a revista americana Journal of Gerontology: Social Science, revela que "a idade que a pessoa sente pode afetar o processo de envelhecimento".
Resta então a pergunta: Qual a fórmula mágica e não tão invasiva para ficarmos saudáveis e felizes em pleno século XXI! - Com a palavra as nossas queridas vovós.
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internet: (o bambu e a coruja: sabedoria e flexibilidade/longevidade)
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